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Investigações e corrupção

As versões de Flávio sobre a relação com Vorcaro

  • Investigações e corrupção

    As versões de Flávio sobre a relação com Vorcaro

    Flávio Bolsonaro · Daniel Vorcaro · Willer Tomaz

  • Em resumo

    Flávio negou ter pedido dinheiro a Vorcaro e depois confirmou. Disse que nunca entrou em avião do banqueiro e depois admitiu ter voado num jato com cota de empresa dele. Também admitiu ter visitado o banqueiro logo depois da primeira prisão dele.

  • O que aconteceu

    Na manhã de 13 de maio de 2026, antes da divulgação das mensagens, Flávio negou ter pedido dinheiro a Vorcaro para o filme: “É mentira, de onde você tirou isso?”. No mesmo dia, depois da reportagem, gravou vídeo confirmando o pedido e negando irregularidades.

    Fonte: g1

  • O que aconteceu

    Em 19 de maio de 2026, no mesmo dia em que o Metrópoles revelou o encontro, Flávio admitiu que se encontrou com Vorcaro no fim de 2025, um dia depois de o banqueiro ser solto da primeira prisão, quando usava tornozeleira eletrônica. Disse que foi para “botar um ponto final” na questão do filme.

    Fonte: g1

  • O que aconteceu

    Em julho de 2026, Flávio declarou: “Nunca entrei em avião de Vorcaro”. Em setembro, a revista piauí e o Jornal Nacional mostraram que ele voltou dos EUA ao Brasil em janeiro de 2025, com a família, num jato que tinha uma das cotas vendida a uma empresa de Vorcaro no fim de 2024.

    Fonte: g1 / Jornal Nacional

  • O que aconteceu

    Flávio confirmou o voo, mas disse que viajou a convite do advogado Willer Tomaz, dono de outra cota do avião, e não de Vorcaro. Willer afirmou que pagou o trecho com as horas da cota dele e que não sabia da venda da outra cota à empresa de Vorcaro.

    Fonte: g1 / Jornal Nacional, g1

  • O que aconteceu

    Em julho de 2026, o g1 mostrou que o escritório de advocacia de Flávio emitiu, em abril de 2025, duas notas de R$ 500 mil para a Copenhagen, empresa que recebeu R$ 57,9 milhões do Banco Master. As notas foram canceladas no mesmo dia.

    Fonte: g1

  • Situação hoje

    Não é um processo à parte. São declarações públicas de Flávio confrontadas com documentos e reportagens. Os fatos ligados ao dinheiro do filme são apurados no inquérito do caso Dark Horse, no STF, em que Flávio é investigado.

  • O que eles dizem

    Flávio diz que a única relação com Vorcaro foi buscar patrocínio privado para o filme do pai. Sobre o voo, diz que viajou com o dono do avião, Willer Tomaz, e que isso nada tem a ver com Vorcaro. Sobre as notas fiscais, diz que se recusou a trabalhar para a Copenhagen, cancelou as notas e não recebeu dinheiro dessa empresa.

  • Cuidado para não exagerar

    • Não diga que Flávio recebeu dinheiro da Copenhagen. As notas foram canceladas e não há registro de pagamento.
    • Não diga que o avião era só de Vorcaro. Era um jato com cotas de vários donos, e a empresa de Vorcaro tinha uma delas.
    • Não use a foto de Flávio ao lado de Vorcaro e do “Careca do INSS”: foi feita com IA.
  • Como usar na conversa

    • Ligue ao valor da palavra dada: pergunte se a pessoa confiaria num funcionário que nega algo de manhã e confirma à tarde, quando aparece a prova.
    • Mostre as duas falas lado a lado, com data. Deixe a pessoa comparar sozinha, sem rótulos.
    • Se a pessoa disser que todo político mente, concorde em parte e devolva: então vale cobrar de todos, inclusive de quem ela apoia.
  • Fontes

    • g1
    • g1 / Jornal Nacional
    • g1 Fato ou Fake
  • A ficha completa, com links

    Linha do tempo, situação jurídica, defesa e vídeos para mostrar.

    minimanualdigital.com/direita/versoes-sobre-vorcaro

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Investigações e corrupçãoFlávio Bolsonaro · Daniel Vorcaro · Willer Tomaz · revisada em 6 de outubro de 2026

Flávio negou ter pedido dinheiro a Vorcaro e depois confirmou. Disse que nunca entrou em avião do banqueiro e depois admitiu ter voado num jato com cota de empresa dele. Também admitiu ter visitado o banqueiro logo depois da primeira prisão dele.

O que aconteceu5
  1. Na manhã de 13 de maio de 2026, antes da divulgação das mensagens, Flávio negou ter pedido dinheiro a Vorcaro para o filme: “É mentira, de onde você tirou isso?”. No mesmo dia, depois da reportagem, gravou vídeo confirmando o pedido e negando irregularidades. (g1)
  2. Em 19 de maio de 2026, no mesmo dia em que o Metrópoles revelou o encontro, Flávio admitiu que se encontrou com Vorcaro no fim de 2025, um dia depois de o banqueiro ser solto da primeira prisão, quando usava tornozeleira eletrônica. Disse que foi para “botar um ponto final” na questão do filme. (g1)
  3. Em julho de 2026, Flávio declarou: “Nunca entrei em avião de Vorcaro”. Em setembro, a revista piauí e o Jornal Nacional mostraram que ele voltou dos EUA ao Brasil em janeiro de 2025, com a família, num jato que tinha uma das cotas vendida a uma empresa de Vorcaro no fim de 2024. (g1 / Jornal Nacional)
  4. Flávio confirmou o voo, mas disse que viajou a convite do advogado Willer Tomaz, dono de outra cota do avião, e não de Vorcaro. Willer afirmou que pagou o trecho com as horas da cota dele e que não sabia da venda da outra cota à empresa de Vorcaro. (g1 / Jornal Nacional, g1)
  5. Em julho de 2026, o g1 mostrou que o escritório de advocacia de Flávio emitiu, em abril de 2025, duas notas de R$ 500 mil para a Copenhagen, empresa que recebeu R$ 57,9 milhões do Banco Master. As notas foram canceladas no mesmo dia. (g1)
Situação hoje e o que eles dizem

Situação hoje: Não é um processo à parte. São declarações públicas de Flávio confrontadas com documentos e reportagens. Os fatos ligados ao dinheiro do filme são apurados no inquérito do caso Dark Horse, no STF, em que Flávio é investigado.

O que eles dizem: Flávio diz que a única relação com Vorcaro foi buscar patrocínio privado para o filme do pai. Sobre o voo, diz que viajou com o dono do avião, Willer Tomaz, e que isso nada tem a ver com Vorcaro. Sobre as notas fiscais, diz que se recusou a trabalhar para a Copenhagen, cancelou as notas e não recebeu dinheiro dessa empresa.

Como usar na conversa
  • Ligue ao valor da palavra dada: pergunte se a pessoa confiaria num funcionário que nega algo de manhã e confirma à tarde, quando aparece a prova.
  • Mostre as duas falas lado a lado, com data. Deixe a pessoa comparar sozinha, sem rótulos.
  • Se a pessoa disser que todo político mente, concorde em parte e devolva: então vale cobrar de todos, inclusive de quem ela apoia.

Cuidado para não exagerar

  • Não diga que Flávio recebeu dinheiro da Copenhagen. As notas foram canceladas e não há registro de pagamento.
  • Não diga que o avião era só de Vorcaro. Era um jato com cotas de vários donos, e a empresa de Vorcaro tinha uma delas.
  • Não use a foto de Flávio ao lado de Vorcaro e do “Careca do INSS”: foi feita com IA.
  • Mudar de versão não é crime. Fale de coerência e confiança, não de culpa.
Para mostrar na conversa4
Fontes7

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