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Investigações e corrupção

O cartão de vacina falso de Bolsonaro

  • Investigações e corrupção

    O cartão de vacina falso de Bolsonaro

    Jair Bolsonaro · Mauro Cid · Gutemberg Reis

  • Em resumo

    A Polícia Federal concluiu em 2024 que Bolsonaro mandou inserir dados falsos de vacinação contra a Covid para ele e a filha. A PGR não viu provas além da delação de Mauro Cid, e o caso contra Bolsonaro foi arquivado em março de 2025.

  • O que aconteceu

    Em janeiro de 2024, a Controladoria-Geral da União (CGU) concluiu que era falso um registro que dizia que Bolsonaro tomou vacina contra a Covid em São Paulo, em 19 de julho de 2021. Ele não estava na cidade nesse dia, e a enfermeira citada no registro já não trabalhava no posto.

    Fonte: Agência Brasil

  • O que aconteceu

    Em março de 2024, a PF indiciou Bolsonaro e mais 16 pessoas por crimes ligados à falsificação de certificados de vacinação. Segundo o relatório, a ordem para falsificar os certificados dele e da filha partiu do próprio ex-presidente.

    Fonte: Agência Brasil

  • O que aconteceu

    Para a PF, o esquema foi montado por Mauro Cid, então ajudante de ordens da Presidência. Ele teria conseguido certificados falsos para ao menos nove pessoas, inserindo dados de vacinas que não foram aplicadas nos sistemas do Ministério da Saúde.

    Fonte: Agência Brasil

  • O que aconteceu

    Na delação premiada, Cid disse que recebeu a ordem de Bolsonaro, que inseriu os dados, imprimiu os certificados do presidente e da filha e entregou em mãos a ele. Depois, segundo Cid, os dados foram apagados do sistema.

    Fonte: Agência Brasil

  • O que aconteceu

    Em março de 2025, a PGR pediu o arquivamento do caso em relação a Bolsonaro. O procurador-geral Paulo Gonet disse que não havia provas que confirmassem a versão de Cid. Moraes concordou e arquivou, lembrando que a lei proíbe abrir processo baseado só na palavra do delator.

    Fonte: CNN Brasil

  • O que aconteceu

    Na mesma decisão, Moraes arquivou o caso contra o deputado Gutemberg Reis e mandou a investigação dos demais para a Justiça do Distrito Federal, porque não havia mais ninguém com foro no STF.

    Fonte: CNN Brasil

  • Situação hoje

    Arquivado em relação a Jair Bolsonaro desde março de 2025, a pedido da PGR, por falta de provas além da delação. Ele nunca foi denunciado nem virou réu nesse caso. A apuração sobre os outros investigados seguiu na Justiça do Distrito Federal.

  • O que eles dizem

    Bolsonaro sempre negou a fraude. Em maio de 2023 ele disse que não houve adulteração da parte dele e repetiu que não tomou a vacina. Aliados lembram que a própria PGR e o STF arquivaram o caso por falta de provas.

  • Cuidado para não exagerar

    • Não diga que Bolsonaro foi condenado ou é réu por fraude no cartão de vacina. O caso contra ele foi arquivado em março de 2025.
    • Não diga que a CGU culpou Bolsonaro. A CGU provou que o registro de São Paulo era falso, mas não conseguiu achar quem o inseriu, porque os funcionários do posto dividiam a mesma senha.
    • Não diga que ele usou o cartão falso para entrar nos EUA. Segundo a Agência Brasil, ele viajou com passaporte diplomático e, pelas regras americanas, não precisava apresentar o cartão.
  • Como usar na conversa

    • Use o caso para falar de coerência, não de crime. Bolsonaro dizia com orgulho que não se vacinou. Pergunte: por que alguém com essa convicção teria um certificado de vacina no sistema?
    • Admita logo que o caso foi arquivado. Isso mostra que você joga limpo. Depois diga que a CGU, um órgão técnico, provou que o registro era falso, e que isso não depende de delação.
    • Ligue ao valor da honestidade: na pandemia, o cidadão comum teve de seguir as regras de vacinação para viajar. Pergunte se é justo alguém dentro do governo conseguir um atalho que os outros não tinham.
  • Fontes

    • Agência Brasil
    • CNN Brasil
  • A ficha completa, com links

    Linha do tempo, situação jurídica, defesa e vídeos para mostrar.

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Investigações e corrupçãoJair Bolsonaro · Mauro Cid · Gutemberg Reis · Paulo Gonet · Alexandre de Moraes · revisada em 6 de outubro de 2026

A Polícia Federal concluiu em 2024 que Bolsonaro mandou inserir dados falsos de vacinação contra a Covid para ele e a filha. A PGR não viu provas além da delação de Mauro Cid, e o caso contra Bolsonaro foi arquivado em março de 2025.

O que aconteceu6
  1. Em janeiro de 2024, a Controladoria-Geral da União (CGU) concluiu que era falso um registro que dizia que Bolsonaro tomou vacina contra a Covid em São Paulo, em 19 de julho de 2021. Ele não estava na cidade nesse dia, e a enfermeira citada no registro já não trabalhava no posto. (Agência Brasil)
  2. Em março de 2024, a PF indiciou Bolsonaro e mais 16 pessoas por crimes ligados à falsificação de certificados de vacinação. Segundo o relatório, a ordem para falsificar os certificados dele e da filha partiu do próprio ex-presidente. (Agência Brasil)
  3. Para a PF, o esquema foi montado por Mauro Cid, então ajudante de ordens da Presidência. Ele teria conseguido certificados falsos para ao menos nove pessoas, inserindo dados de vacinas que não foram aplicadas nos sistemas do Ministério da Saúde. (Agência Brasil)
  4. Na delação premiada, Cid disse que recebeu a ordem de Bolsonaro, que inseriu os dados, imprimiu os certificados do presidente e da filha e entregou em mãos a ele. Depois, segundo Cid, os dados foram apagados do sistema. (Agência Brasil)
  5. Em março de 2025, a PGR pediu o arquivamento do caso em relação a Bolsonaro. O procurador-geral Paulo Gonet disse que não havia provas que confirmassem a versão de Cid. Moraes concordou e arquivou, lembrando que a lei proíbe abrir processo baseado só na palavra do delator. (CNN Brasil)
  6. Na mesma decisão, Moraes arquivou o caso contra o deputado Gutemberg Reis e mandou a investigação dos demais para a Justiça do Distrito Federal, porque não havia mais ninguém com foro no STF. (CNN Brasil)
Situação hoje e o que eles dizem

Situação hoje: Arquivado em relação a Jair Bolsonaro desde março de 2025, a pedido da PGR, por falta de provas além da delação. Ele nunca foi denunciado nem virou réu nesse caso. A apuração sobre os outros investigados seguiu na Justiça do Distrito Federal.

O que eles dizem: Bolsonaro sempre negou a fraude. Em maio de 2023 ele disse que não houve adulteração da parte dele e repetiu que não tomou a vacina. Aliados lembram que a própria PGR e o STF arquivaram o caso por falta de provas.

Como usar na conversa
  • Use o caso para falar de coerência, não de crime. Bolsonaro dizia com orgulho que não se vacinou. Pergunte: por que alguém com essa convicção teria um certificado de vacina no sistema?
  • Admita logo que o caso foi arquivado. Isso mostra que você joga limpo. Depois diga que a CGU, um órgão técnico, provou que o registro era falso, e que isso não depende de delação.
  • Ligue ao valor da honestidade: na pandemia, o cidadão comum teve de seguir as regras de vacinação para viajar. Pergunte se é justo alguém dentro do governo conseguir um atalho que os outros não tinham.

Cuidado para não exagerar

  • Não diga que Bolsonaro foi condenado ou é réu por fraude no cartão de vacina. O caso contra ele foi arquivado em março de 2025.
  • Não diga que a CGU culpou Bolsonaro. A CGU provou que o registro de São Paulo era falso, mas não conseguiu achar quem o inseriu, porque os funcionários do posto dividiam a mesma senha.
  • Não diga que ele usou o cartão falso para entrar nos EUA. Segundo a Agência Brasil, ele viajou com passaporte diplomático e, pelas regras americanas, não precisava apresentar o cartão.
  • Separe o que é fato do que é acusação. A PF concluiu que houve fraude e que ela beneficiou Bolsonaro. A ordem dele vem da delação de Cid, que a PGR achou insuficiente.
Para mostrar na conversa4
Fontes5

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