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Investigações e corrupção

O caso da rachadinha na Alerj

  • Investigações e corrupção

    O caso da rachadinha na Alerj

    Flávio Bolsonaro · Fabrício Queiroz · Luiza Sousa Paes

  • Em resumo

    Flávio foi denunciado em 2020 por suspeita de ficar com parte do salário de assessores. As provas foram anuladas por questões de forma e a denúncia foi rejeitada em 2022, sem julgamento do mérito.

  • O que aconteceu

    Em 2018, um relatório do antigo Coaf apontou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Fabrício Queiroz, chefe de gabinete de Flávio na Alerj, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Havia depósitos e saques em dinheiro perto das datas de pagamento dos servidores.

    Fonte: BBC News Brasil, g1 / Jornal Nacional

  • O que aconteceu

    Em novembro de 2020, o Ministério Público do Rio denunciou Flávio, Queiroz e mais 15 pessoas por peculato, lavagem de dinheiro, apropriação indébita e organização criminosa. Para o MP, Flávio chefiava o esquema e Queiroz recolhia o dinheiro.

    Fonte: g1 / Jornal Nacional, g1

  • O que aconteceu

    Uma ex-assessora, Luiza Sousa Paes, disse ao MP que nunca trabalhou de fato no gabinete e que devolvia mais de 90% do salário. Ela apresentou extratos de repasses de R$ 160 mil a Queiroz entre 2011 e 2017.

    Fonte: g1 / Jornal Nacional

  • O que aconteceu

    Em 2021, o STJ anulou as quebras de sigilo bancário e fiscal e, depois, todas as decisões do juiz de primeira instância. O motivo: Flávio tinha direito a foro especial por ter passado direto de deputado estadual a senador. No mesmo ano, o STF anulou relatórios do Coaf usados no caso.

    Fonte: g1, BBC News Brasil

  • O que aconteceu

    Em maio de 2022, a pedido do próprio MP, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio rejeitou a denúncia por unanimidade. O MP disse que não dava para manter a acusação depois que quase todas as provas foram invalidadas.

    Fonte: g1 / Jornal Nacional

  • O que aconteceu

    Em setembro de 2026, o ministro Gilmar Mendes, do STF, manteve a quebra de sigilo de Danielle da Nóbrega, ex-assessora de Flávio, numa ação de improbidade aberta pelo MP em 2023. Essa ação não tem Flávio como alvo, mas apura o funcionamento do gabinete.

    Fonte: g1

  • Situação hoje

    Denúncia rejeitada em 2022, sem julgamento do mérito. Flávio foi denunciado, mas nunca foi réu nem condenado. A Justiça não decidiu se a rachadinha aconteceu: as provas centrais foram anuladas por questões de competência e fundamentação. Existe uma ação civil de improbidade sobre o gabinete, aberta em 2023, que não tem Flávio como alvo.

  • O que eles dizem

    Flávio sempre negou as acusações. Quando o STJ anulou as decisões, chamou a investigação de ilegal e disse que houve perseguição de alguns membros do MP do Rio para atingir Jair Bolsonaro. Após a rejeição da denúncia, a defesa disse que o caso estava enterrado. Queiroz também negou as acusações.

  • Cuidado para não exagerar

    • Não diga que Flávio foi condenado ou que virou réu. Ele foi denunciado, e a denúncia foi rejeitada.
    • Não diga que a Justiça provou a rachadinha. Ela não chegou a julgar o mérito.
    • Não diga que o caso foi reaberto contra Flávio. A ação de 2023 é cível e não tem ele como alvo.
  • Como usar na conversa

    • Comece pelo valor em comum: ninguém gosta de ver salário pago com dinheiro público indo parar no bolso de outra pessoa. Pergunte o que a pessoa acha da prática, sem citar nomes no início.
    • Explique com calma que o caso caiu por questão de forma, não porque a Justiça disse que era inocente. Diga que isso é legítimo numa democracia, mas que a dúvida sobre os fatos continua.
    • Se a pessoa disser que foi perseguição, não brigue. Pergunte por que uma ex-assessora admitiria devolver o salário se nada tivesse acontecido.
  • Fontes

    • BBC News Brasil
    • g1 / Jornal Nacional
    • g1
    • CBN
    • g1 Fato ou Fake
  • A ficha completa, com links

    Linha do tempo, situação jurídica, defesa e vídeos para mostrar.

    minimanualdigital.com/direita/rachadinha-alerj

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Investigações e corrupçãoFlávio Bolsonaro · Fabrício Queiroz · Luiza Sousa Paes · Danielle da Nóbrega · revisada em 6 de outubro de 2026

Flávio foi denunciado em 2020 por suspeita de ficar com parte do salário de assessores. As provas foram anuladas por questões de forma e a denúncia foi rejeitada em 2022, sem julgamento do mérito.

O que aconteceu6
  1. Em 2018, um relatório do antigo Coaf apontou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Fabrício Queiroz, chefe de gabinete de Flávio na Alerj, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Havia depósitos e saques em dinheiro perto das datas de pagamento dos servidores. (BBC News Brasil, g1 / Jornal Nacional)
  2. Em novembro de 2020, o Ministério Público do Rio denunciou Flávio, Queiroz e mais 15 pessoas por peculato, lavagem de dinheiro, apropriação indébita e organização criminosa. Para o MP, Flávio chefiava o esquema e Queiroz recolhia o dinheiro. (g1 / Jornal Nacional, g1)
  3. Uma ex-assessora, Luiza Sousa Paes, disse ao MP que nunca trabalhou de fato no gabinete e que devolvia mais de 90% do salário. Ela apresentou extratos de repasses de R$ 160 mil a Queiroz entre 2011 e 2017. (g1 / Jornal Nacional)
  4. Em 2021, o STJ anulou as quebras de sigilo bancário e fiscal e, depois, todas as decisões do juiz de primeira instância. O motivo: Flávio tinha direito a foro especial por ter passado direto de deputado estadual a senador. No mesmo ano, o STF anulou relatórios do Coaf usados no caso. (g1, BBC News Brasil)
  5. Em maio de 2022, a pedido do próprio MP, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio rejeitou a denúncia por unanimidade. O MP disse que não dava para manter a acusação depois que quase todas as provas foram invalidadas. (g1 / Jornal Nacional)
  6. Em setembro de 2026, o ministro Gilmar Mendes, do STF, manteve a quebra de sigilo de Danielle da Nóbrega, ex-assessora de Flávio, numa ação de improbidade aberta pelo MP em 2023. Essa ação não tem Flávio como alvo, mas apura o funcionamento do gabinete. (g1)
Situação hoje e o que eles dizem

Situação hoje: Denúncia rejeitada em 2022, sem julgamento do mérito. Flávio foi denunciado, mas nunca foi réu nem condenado. A Justiça não decidiu se a rachadinha aconteceu: as provas centrais foram anuladas por questões de competência e fundamentação. Existe uma ação civil de improbidade sobre o gabinete, aberta em 2023, que não tem Flávio como alvo.

O que eles dizem: Flávio sempre negou as acusações. Quando o STJ anulou as decisões, chamou a investigação de ilegal e disse que houve perseguição de alguns membros do MP do Rio para atingir Jair Bolsonaro. Após a rejeição da denúncia, a defesa disse que o caso estava enterrado. Queiroz também negou as acusações.

Como usar na conversa
  • Comece pelo valor em comum: ninguém gosta de ver salário pago com dinheiro público indo parar no bolso de outra pessoa. Pergunte o que a pessoa acha da prática, sem citar nomes no início.
  • Explique com calma que o caso caiu por questão de forma, não porque a Justiça disse que era inocente. Diga que isso é legítimo numa democracia, mas que a dúvida sobre os fatos continua.
  • Se a pessoa disser que foi perseguição, não brigue. Pergunte por que uma ex-assessora admitiria devolver o salário se nada tivesse acontecido.

Cuidado para não exagerar

  • Não diga que Flávio foi condenado ou que virou réu. Ele foi denunciado, e a denúncia foi rejeitada.
  • Não diga que a Justiça provou a rachadinha. Ela não chegou a julgar o mérito.
  • Não diga que o caso foi reaberto contra Flávio. A ação de 2023 é cível e não tem ele como alvo.
  • Em 2026, o TSE suspendeu um jingle sobre o tema por falta de contexto sobre o arquivamento. Sempre explique a situação jurídica.
  • Não use montagens ou imagens com legendas como “Flávio rachadinha”. Já houve imagem feita com IA circulando com esse rótulo.
Para mostrar na conversa4
Fontes7

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